Lorena Elorriaga destacou que sua gestão buscará fortalecer o funcionamento institucional e o vínculo com profissionais e organizações da Província A engenheira agrônoma Lorena Elorriaga assumiu recentemente a presidência do Colégio de Engenheiros Agrícolas e Florestais da Província de Buenos Aires, tornando-se a primeira mulher a ocupar esse cargo desde a criação da instituição.
Durante entrevista à rádio, no programa Ecos Agro, ele explicou que a escola é relativamente jovem, pois foi criada em 2019 após a promulgação da Lei 15.030, após anos de esforços de profissionais do setor que buscavam ter uma entidade própria para representá-los. "A escola tem apenas sete anos. Antes os agrônomos e engenheiros florestais estavam dentro de outra instituição que reunia diferentes engenharias, mas finalmente conseguiu-se a criação da nossa própria escola", explicou Elorriaga que a estrutura da escola está dividida em quatro regiões: norte, centro, sudeste e sul. As autoridades regionais são eleitas em assembleia e depois, entre elas, é definida a presidência provincial. Neste quadro, destacou que além de presidir a Região Sul (à qual pertence Necochea), actualmente também ocupa a presidência provincial. O dirigente frisou que a instituição dispõe de uma estrutura administrativa e comissões de trabalho que tratam de questões específicas ligadas à actividade profissional. Temos comissões que trabalham temas como honorários profissionais, práticas agronómicas responsáveis e educação, compostas por colegas que contribuem com a sua experiência para a resolução de problemas do sector, indicou. Objectivos de gestãoEntre os principais objectivos da nova etapa institucional, Elorriaga destacou a necessidade de consolidar o funcionamento interno da escola e unificar os critérios de trabalho entre as diferentes regiões da província. aceder facilmente a respostas e apoios, afirmou. Nesse sentido, explicou que o crescimento da instituição passa também pela resolução de situações administrativas que surgem ao longo do caminho, como a actualização de bases de dados com organismos provinciais ou a coordenação com ministérios e universidades. Uma das particularidades da escola é que dispõe de onze modalidades de registo profissional, adaptadas às diferentes atividades que os engenheiros agrícolas e florestais podem exercer. Por exemplo, profissionais recém-formados têm acesso à inscrição gratuita durante os dois primeiros anos, o que lhes permite exercer legalmente a profissão enquanto definem a sua colocação profissional. O exercício legal da profissão exige registo, como é o caso dos médicos, advogados ou veterinários. É por isso que procuramos facilitar a entrada de jovens profissionais, observou. Por último, Elorriaga destacou a importância de fortalecer o vínculo entre a escola, os profissionais e as instituições públicas e privadas ligadas ao sector produtivo da província.











