Cercas de madeira: estética, proteção e validade para a horta

Cercas de madeira: estética, proteção e validade para a horta

2026-03-04
As cercas de madeira continuam a ser uma das opções mais escolhidas para proporcionar segurança e estilo aos espaços exteriores da casa. O seu design tradicional, com pontas pontiagudas ou arredondadas, a cor quente do material e a sua integração natural com o verde da relva e das flores, fazem deles um recurso decorativo que não perde validade com o tempo.
Além do valor estético, as cercas cumprem uma função fundamental de proteção e delimitação do terreno. São estruturas relativamente simples, o que permite que muitos proprietários optem por construí-las por conta própria ou adquiri-las pré-fabricadas em madeireiras e hipermercados especializados em materiais de construção. Um clássico que atravessa gerações A cerca de madeira é um elemento tradicional que vigora há séculos. Sua estrutura clássica é composta por um conjunto de tábuas ou estacas colocadas verticalmente, geralmente terminando em ponta ou com bordas arredondadas. Estas peças são fixadas através de tábuas horizontais que são pregadas e unidas ao conjunto, proporcionando firmeza e estabilidade. Para quem procura um design mais elaborado ou personalizado, existe sempre a possibilidade de confiar o trabalho a um carpinteiro ou profissional especializado, incorporando detalhes decorativos ou adaptando-o às características específicas do terreno. A importância do tratamento da madeira Na hora de escolher o material, os especialistas recomendam optar por madeira proveniente de florestas cultivadas e tratada corretamente para resistir à exposição permanente às intempéries. No caso de madeira de origem cultivada, pode-se utilizar eucalipto ou pinus, em ambos os casos com tratamento ou impregnação que auxilia na sua conservação ao ar livre. As estacas que deverão ser enterradas no solo, além do tratamento externo, deverão ser pintadas com tinta asfáltica, o que ajudará significativamente no seu desempenho e vida útil no subsolo”, explica Daniel Lassalle, gerente comercial da CADAMDA.

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