Rio Negro | Bariloche, coberta pela fumaça dos incêndios florestais em Chubut

Rio Negro | Bariloche, coberta pela fumaça dos incêndios florestais em Chubut

2026-01-12
A cidade de Bariloche acordou nesta sexta-feira (01/09) sob uma notável presença de fumaça no ambiente, visível de diversos bairros e pontos altos da cidade, em decorrência dos incêndios florestais que continuam ativos na província de Chubut, particularmente na região Andina. As imagens registradas em diferentes setores urbanos mostram um céu opaco, com visibilidade reduzida e cheiro de fumaça no ar, situação que se intensificou com o passar das horas.
O fenômeno está diretamente associado ao movimento de grandes colunas de fumaça impulsionadas pelos ventos predominantes na região serrana. Segundo informações meteorológicas, as condições de altas temperaturas, secura ambiental e circulação de ar favorecem que a fumaça gerada pelos incêndios percorra longas distâncias, afetando não apenas as áreas próximas aos focos de incêndio, mas também cidades como Bariloche, mesmo quando não registram incêndios ativos em seu ejido. Organizações oficiais alertam que a presença de fumo pode continuar. e até se intensificar dependendo da evolução dos incêndios e das condições climáticas, por isso é recomendado que a população tome precauções, especialmente pessoas com doenças respiratórias, idosos, crianças. Entre as recomendações gerais sugere-se evitar atividades físicas ao ar livre, manter portas e janelas fechadas tanto quanto possível e consultar profissionais de saúde em caso de sintomas como irritação nos olhos, tosse persistente ou dificuldade em respirar. Entretanto, a situação evidencia mais uma vez o impacto regional dos incêndios florestais e a gravidade do cenário ambiental que atravessa a Patagónia, com consequências que se estendem para além das áreas diretamente afetadas pelo incêndio. O incêndio destruiu duas casas e um galpão em Epuyén. Ambos os edifícios pertenciam a um morador da cidade de Chubut. A operação continua em condições adversas devido às altas temperaturas, vento e falta de chuva que dificultam o controle do incêndio. O incêndio florestal que atinge Epuyén continua a gerar alarme na zona montanhosa de Chubut. Nas últimas horas, as autoridades confirmaram que o incêndio destruiu completamente duas casas e um barracão pertencente a Lucas Chiappe, conhecido morador da cidade. Apesar das perdas materiais significativas, nenhum ferido foi relatado até o momento. O incidente continua ativo e os esforços para contê-lo ocorrem em um cenário extremamente complexo. Altas temperaturas superiores a 32 °C, vento intenso e baixa umidade criam uma combinação perigosa que dificulta as tarefas de controle e acelera a propagação das chamas para novos setores. Mais de 340 pessoas trabalham de forma coordenada na área, entre brigadistas, bombeiros voluntários e pessoal de apoio de diversas áreas. A implantação inclui meios terrestres e aéreos que o Governo Provincial mantém de forma integral e permanente para combater os múltiplos surtos que afetam diferentes partes da cordilheira de Chubut. De acordo com o último relatório técnico-operacional emitido pela Unidade de Planeamento do Serviço Provincial de Gestão de Incêndios, a região atravessa um período crítico, com cerca de um mês sem precipitação significativa e condições de instabilidade atmosférica que tornam o comportamento do fogo agressivo e imprevisível. As equipes de emergência trabalham incansavelmente para impedir o avanço das chamas e proteger as casas e infraestruturas próximas que ainda permanecem em risco. Entretanto, as organizações oficiais reiteraram o apelo à comunidade para que tome precauções extremas, evite qualquer tipo de queimadas e respeite rigorosamente as instruções das autoridades, dado que o risco de novos surtos continua elevado. A evolução do incêndio em Epuyén continua a ser monitorizada permanentemente.

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